O Direito Econômico é fruto da evolução socioeconômica sofrida principalmente no século XX.
O Direito Econômico do século XXI se esforça em regular a maneira como o Estado intervirá na economia, visando a harmonização e desenvolvimento da Nação.
Democracia com sua ênfase no princípio da dignidade da pessoa humana, liberdade e igualdade, sem dúvidas cooperou para a evolução do Direito Econômico como aquele que trabalha em função de harmonizar as relações entre os mais fracos e os mais fortes.
A liberdade sem limites cria monopólios de poder econômico que esmagam a concorrência, cooperando com as desigualdades individuais e sociais. Já o limite exacerbado gera um tipo de “Estado-Pai” que atrapalha o livre mercado e leva a Nação ao fracasso. 
A de se aferir desta maneira que o mercado se estabelece e se resolve por si mesmo, bastando apenas um regulador em suas manifestações, para se evitar o abuso econômico e a concorrência injusta.
Portanto, levando em consideração o bem coletivo e o princípio fundamental da dignidade da pessoa humana o Direito Econômico se torna sumariamente um instrumento de aplicação pratica para se alcançar estes ideais tão basilares da democracia.