O conceito, propriamente dito, foi definido pelo professor inglês, John Howkins, em seu livro The Creative Economy, que a considera como “atividades nas quais resultam em indivíduos exercitando a sua imaginação e explorando seu valor econômico".
De forma clara, é todo tipo de negócio gerado a partir da criatividade, que, como o próprio nome diz, é o pilar desse novo formato de economia. É importante destacar que, para ser considerado parte da economia criativa, o negócio precisa gerar - ou, na visão de pesquisadores da área, pelo menos tentar - algum tipo de valor, seja para quem o produz ou para quem é o público do produto gerado.
John Howkins, o especialista no assunto, defende também a ideia de que a Economia Criativa está diretamente ligada às nossas necessidades. À medida que elas se tornam mais latentes ou que demandem novas soluções, a EC entra com um papel fundamental para oferecer recursos inovadores: pautados sempre na criatividade e na inovação.
Fonte: Adaptado de meusucesso.com